Tudo o que você precisa saber sobre as diferenças das tecnologias 4G, 4G+ e 4.5G. Veja o infográfico



A tecnologia móvel é uma das áreas em telecomunicação que precisa obrigatoriamente estar em constante evolução. Isso é fato. Ainda mais para quem viveu na época do 2G/EDGE.

Pensando nessa linha do tempo (do 2G ao 4.5G), não há como negar: as melhorias de lá para cá são visíveis. No entanto, o que não fica tão claro assim são as definições e diferenças dessas tecnologias. Principalmente, das mais novas no mercado, como é o caso do 4G, 4G+ e 4.5G. Enfim, o que significa tudo isso?

Em parceria com a Claro, a primeira operadora a trazer o 4.5G para o Brasil, vamos acabar de uma vez por todas com essas dúvidas. E o melhor: de forma profunda.

O que você provavelmente já sabe é que 2G, 3G e 4G indicam as gerações de conectividade. Entre elas, há sempre uma melhoria intermediária, como se fosse uma preparação para o que ainda está por vir. Vivemos isso com o 3G para o 3G+, por exemplo. Hoje, do 4G para o 4G+ e 4.5G. Nessa lógica, essas evoluções se referem ainda à quarta geração de redes móveis, porém com algo a mais. Mas, o que talvez você não saiba, é que esses nomes (2G, 3G, 4G, 4G+ e 4.5G) são puramente comerciais. O “G” significa “geração” e são adotados pelas operadoras para facilitar a forma de comunicar essas tecnologias, que como verá à frente, têm nomes tecnológicos um pouco mais complexos.

O 4G

O Long Term Evolution (LTE) é o termo adotado para designar o padrão da quarta geração. Portanto, é a tecnologia que conhecemos comercialmente como 4G. O 4G foi padronizado pelo 3GPP (3rd Generation Partnership Project), organização tecnológica do ramo de telecomunicações que visa padronizar a criação, envio e reprodução de arquivos multimídia (vídeos) em telefones celulares e outros aparelhos wireless GSM, e emprega novas técnicas de modulação de frequência na sua interface aérea. São elas: OFDMA (Orthogonal Frequency Division Multiple Access), que permite que as informações sejam transmitidas entre diversos subconjuntos paralelos, resultando no ganho de velocidade; e MIMO (Multiple Input Multiple Output), que faz com que o sinal seja captado em mais de uma antena, o que melhora o seu desempenho.

Em relação ao upload na rede, é usado o padrão SC-FDMA (Single Carrier Frequency Division Multiple Access). O seu benefício é gerar um menor consumo de energia do dispositivo. Por fim, a tecnologia oferece ainda uma redução da latência (isto é, no tempo que leva para você enviar uma solicitação pela internet e ela ser respondida), bem como maior eficiência de espectro, ou seja: mais dispositivos conectados sem prejudicar a rede.

O 4G+

O LTE Advanced é o termo técnico do 4G+. Ele apresenta ganhos significativos de capacidade em relação ao LTE (4G) pela utilização de agregação de portadoras (carrier aggregation). Isso significa que a tecnologia permite uma conexão simultânea em mais de uma frequência ou faixa de espectro. Na prática, aumenta a capacidade de transferência entre o dispositivo e a antena da operadora, multiplicando a velocidade com que o usuário recebe dados da internet, já que está efetivamente tendo acesso a mais de uma rede ao mesmo tempo.

Além da maior velocidade, o 4G+ pode capturar o sinal em ainda mais antenas que o 4G tradicional (higher order MIMO techniques). Este fator resulta em uma melhor experiência do usuário, o qual poderá navegar com até 2 vezes mais velocidade, em relação ao 4G convencional

O 4.5G

O LTE Advanced Pro, conhecido como 4.5G, é a evolução de todas essas tecnologias – e antecede o 5G. Essa tecnologia está presente em grandes centros tecnológicos, como Alemanha, Estados Unidos e Japão. Aqui no Brasil, a Claro foi a primeira a oferecê-la para seus clientes, e tem em sua rede as características exigidas para que a rede seja considerada LTE Advanced Pro.

Ao todo, o 4.5G da Claro conta com quatro características técnicas de rede. A agregação de portadora, que possibilita a combinação de três diferentes faixas de frequência; o MIMO 4X4, recurso que permite que a comunicação entre o dispositivo do cliente e operadora seja feita utilizando 4 antenas de transmissão e outras 4 antenas de recepção; a modulação avançada (256QAM DL) para o usuário receber mais dados da rede e a mesma modulação avançada (64QAM UL) para o usuário transmitir mais rápido para a rede, esquema que garante maior eficiência espectral, transmitindo mais bits de dados a cada tempo.

Essa junção faz com que o 4.5G da Claro possa chegar a ser até 10 vezes mais rápido que o 4G convencional, além de ser mais estável. Atualmente, mais de 532 municípios brasileirosjá contam com este tipo de conexão na Claro, e a rede está em constante ampliação. Saiba se o seu smartphone possui modem compatível com o LTE Advanced Pro.

Está curioso para ver uma comparação completa entre as três tecnologias? Confira o infográfico abaixo que compara downlink, uplink e canalização entre o 4G, 4G+ e 4.5G.


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